Isso é que um nordestino musico, mesmo músico migrante, tem dentro de si, dor, saudade, doçura e, às vezes, humilhação de ter que sair da sua terra que ele ama e que sempre espera um dia voltar e não consegue. E essa dor fez a grande musica nordestina, sem sombra de duvida
"Há muita gente cantando forró à força, mas anda dizendo que dá força pro forró". (Biliu de Campina)
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Ninguém é demais - Dominguinhos (Fim de festa - 1964)
Ninguém nesse mundo é demais
Ninguém vive só por querer
Então pra que condenar
Alguém que o destino não deu
O direito de ter um lar
Eu já tive o meu e perdi
Pensei ser feliz no amor
Mais veio um tufão de ciúmes
Meu mundo dourado se desmoronou
Ai de quem nesta vida sofreu
Os efeitos de um vendaval
Se não fosse alguém que preenche
Lacunas deixadas por um temporal.
terça-feira, 13 de abril de 2021
terça-feira, 21 de abril de 2020
Retrato da vida - Dominguinhos
Esse matagal sem fim
Essa estrada, esse rio seco
Essa dor que mora em mim
Não descansa e nem dorme cedo
O retrato da minha vida
É amar em segredo
Não quer saber de mim
E eu vivendo da tua vida
Deus no céu e você aqui
A esperança é quem me abriga
Esses campos não tardam em florir
Já se espera uma boa colheita
E tudo parece seguir
Fazendo a vida tão direita
Mas e você o que faz
Que não repara no chão
Por onde tem que passar
E pisa em meu coração?
O teu beijo em meu destino
Era tudo o que eu queria
Ser teu homem, teu menino
O ser amado de todo dia.
Essa estrada, esse rio seco
Essa dor que mora em mim
Não descansa e nem dorme cedo
O retrato da minha vida
É amar em segredo
Não quer saber de mim
E eu vivendo da tua vida
Deus no céu e você aqui
A esperança é quem me abriga
Esses campos não tardam em florir
Já se espera uma boa colheita
E tudo parece seguir
Fazendo a vida tão direita
Mas e você o que faz
Que não repara no chão
Por onde tem que passar
E pisa em meu coração?
O teu beijo em meu destino
Era tudo o que eu queria
Ser teu homem, teu menino
O ser amado de todo dia.
Tenho sede - Dominguinhos (Domingo Menino Dominguinhos - 1976)
Traga-me um copo d'água, tenho sede
E essa sede pode me matar
Minha garganta pede um pouco d'água
E os meus olhos pedem teu olhar
A planta pede chuva quando quer brotar
O céu logo escurece quando vai chover
Meu coração só pede o teu amor
Se não me deres, posso até morrer.
E essa sede pode me matar
Minha garganta pede um pouco d'água
E os meus olhos pedem teu olhar
A planta pede chuva quando quer brotar
O céu logo escurece quando vai chover
Meu coração só pede o teu amor
Se não me deres, posso até morrer.
Um mundo de amor - Marinês (Sonhando com meu bem - 1970)
Eu de repente vi
Surgir no meu caminho
Um amor tão lindo assim
E cheio de carinho
Dentro de mim vivia
Tamanha solidão
Mas expulsei
De uma vez do coração
Agora dá tristeza
Não resta nem lembrança
É um mundo de amor
Cheio de esperança
Agora é só cantar
Paz no meu coração
Adeus tristeza,
Adeus solidão.
Surgir no meu caminho
Um amor tão lindo assim
E cheio de carinho
Dentro de mim vivia
Tamanha solidão
Mas expulsei
De uma vez do coração
Agora dá tristeza
Não resta nem lembrança
É um mundo de amor
Cheio de esperança
Agora é só cantar
Paz no meu coração
Adeus tristeza,
Adeus solidão.
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Pode morrer nessa janela - Dominguinhos (Apôs tá certo – 1979)
Por mim pode morrer nessa janela nem
Que nem te ligo, que nem te ligo
E agora que arranjei outra mais bela
Tô de mau contigo, tô de mau contigo
Tu vais aprender
Como é bom chorar
Como é bom fazer
Um coração se machucar
Tanto mal que me fizeste
Tanto bem que só te fiz
Te perdi a paciência
Viva em paz que eu sou feliz.
Que nem te ligo, que nem te ligo
E agora que arranjei outra mais bela
Tô de mau contigo, tô de mau contigo
Tu vais aprender
Como é bom chorar
Como é bom fazer
Um coração se machucar
Tanto mal que me fizeste
Tanto bem que só te fiz
Te perdi a paciência
Viva em paz que eu sou feliz.
terça-feira, 11 de junho de 2019
Lamento Sertanejo - Dominguinhos (Tudo azul - 1973)
Por ser de lá
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga e do roçado
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigo
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado
Por ser de lá
Na certa, por isso mesmo
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão, boiada caminhando a esmo.
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga e do roçado
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigo
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado
Por ser de lá
Na certa, por isso mesmo
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão, boiada caminhando a esmo.
segunda-feira, 10 de junho de 2019
Carece de explicação - Dominguinhos (Conterrâneos - 2006)
Na pressa que tava
Não pude esperar
Eu vivo seguindo pra outro lugar
Aonde a tristeza não saiba que fui
E a felicidade vá lá
Me pegue de novo no colo
Me faça de novo menino
Não deixe que eu morra de medo
Não deixe que eu durma sozinho
Chega um tempo na vida
Em que a gente presta atenção
Vê que nem tudo no mundo
Carece de explicação
Sendo assim sou mais forte
Vendo assim sou mais eu
E vou vivendo apesar
Do amor que você não me deu.
Não pude esperar
Eu vivo seguindo pra outro lugar
Aonde a tristeza não saiba que fui
E a felicidade vá lá
Me pegue de novo no colo
Me faça de novo menino
Não deixe que eu morra de medo
Não deixe que eu durma sozinho
Chega um tempo na vida
Em que a gente presta atenção
Vê que nem tudo no mundo
Carece de explicação
Sendo assim sou mais forte
Vendo assim sou mais eu
E vou vivendo apesar
Do amor que você não me deu.
sábado, 8 de junho de 2019
Bença mãe - Dominguinhos (Conterrâneos - 2006)
De manhã muito cedin
Vi meu mano levantar
Acender o candeeiro
Começou a se arrumar
Me dizendo bem baixinho
Mano eu vou viajar
Tu toma conta de mãe
Diz pra ela não chorar
E lá da curva da estrada
Eu vi meu mano acenar
Adeus mano, adeus mano ai ai
Adeus mano, a benção mãe ai ai
Virgem Maria mãe do senhor
Tudo morreu, tudo murchou
Peço pra Deus
Paz no sertão
Traz meu irmão
Acaba esse horror
Não quero ouvir nunca mais,
O mano outra vez gritar
Adeus mano, adeus mano ai ai
Adeus mano, a benção mãe ai ai
Vi meu mano levantar
Acender o candeeiro
Começou a se arrumar
Me dizendo bem baixinho
Mano eu vou viajar
Tu toma conta de mãe
Diz pra ela não chorar
E lá da curva da estrada
Eu vi meu mano acenar
Adeus mano, adeus mano ai ai
Adeus mano, a benção mãe ai ai
Virgem Maria mãe do senhor
Tudo morreu, tudo murchou
Peço pra Deus
Paz no sertão
Traz meu irmão
Acaba esse horror
Não quero ouvir nunca mais,
O mano outra vez gritar
Adeus mano, adeus mano ai ai
Adeus mano, a benção mãe ai ai
Minha ilusão - Dominguinhos (Domingo Menino Dominguinhos - 1976)
Minha ilusão já terminou
Pois o meu cabelo embranqueceu
O que era lindo, para mim
Hoje é singelo
Só a esperança não morreu
Eu não sou culpado dessa idade avançada
A velhice foi presente que a vida me deu
Até os meus amores que eram muitos acabaram
E os elogios das mulheres se esgotaram
Só a minha mãe não me apaga de sua lembrança
Diz que eu fiquei velho mas continuo criança
A realidade já tomou conta de mim
Pra que chorar se essa vida é mesmo assim.
Pois o meu cabelo embranqueceu
O que era lindo, para mim
Hoje é singelo
Só a esperança não morreu
Eu não sou culpado dessa idade avançada
A velhice foi presente que a vida me deu
Até os meus amores que eram muitos acabaram
E os elogios das mulheres se esgotaram
Só a minha mãe não me apaga de sua lembrança
Diz que eu fiquei velho mas continuo criança
A realidade já tomou conta de mim
Pra que chorar se essa vida é mesmo assim.
No dia em que eu vim me embora - Dominguinhos (Oi, lá vou eu - 1977)
No dia em que eu vim-me embora
Minha mãe chorava em ai
Minha irmã chorava em ui
E eu nem olhava pra trás
No dia que eu vim-me embora
Não teve nada de mais
Mala de couro forrada
Com pano forte brim caqui
Minha vó já quase morta
Minha mãe até a porta
Minha irmã até a rua
E até o porto meu pai
O qual não disse palavra
Durante todo o caminho
E quando eu me vi sozinho
Vi que não entendia nada
Nem de pro que eu ia indo
Nem dos sonhos que eu sonhava
Sabia apenas que a mala
De couro que eu carregava
Embora estando forrada
Fedia, cheirava mal
Afora isto ia indo, atravessando, seguindo
Nem chorando nem sorrindo
Sozinho pra Capital
Nem chorando nem sorrindo
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital.
Minha mãe chorava em ai
Minha irmã chorava em ui
E eu nem olhava pra trás
No dia que eu vim-me embora
Não teve nada de mais
Mala de couro forrada
Com pano forte brim caqui
Minha vó já quase morta
Minha mãe até a porta
Minha irmã até a rua
E até o porto meu pai
O qual não disse palavra
Durante todo o caminho
E quando eu me vi sozinho
Vi que não entendia nada
Nem de pro que eu ia indo
Nem dos sonhos que eu sonhava
Sabia apenas que a mala
De couro que eu carregava
Embora estando forrada
Fedia, cheirava mal
Afora isto ia indo, atravessando, seguindo
Nem chorando nem sorrindo
Sozinho pra Capital
Nem chorando nem sorrindo
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital
Sozinho pra Capital.
Desilisuão - Dominguinhos (Oi, lá vou eu - 1977)
Já faz 3 dias que eu não não durmo
Pensando no meu grande amor
Saiu sozinho e sem falar nada
Era madrugada não despertou
Não disse porque ia embora
E nem também o que eu fiz
Saiu calado pela noite a fora
E meu peito agora não é mais feliz
Levou toda minha alegria
Felicidade foi também
E depois dessa não vou mais amar
E nem vou aceitar o amor de mais ninguém
Agora é que eu vim saber
Como é ruim a gente amar
A quem não ama a gente também
A gente querer bem pra depois separar.
Pensando no meu grande amor
Saiu sozinho e sem falar nada
Era madrugada não despertou
Não disse porque ia embora
E nem também o que eu fiz
Saiu calado pela noite a fora
E meu peito agora não é mais feliz
Levou toda minha alegria
Felicidade foi também
E depois dessa não vou mais amar
E nem vou aceitar o amor de mais ninguém
Agora é que eu vim saber
Como é ruim a gente amar
A quem não ama a gente também
A gente querer bem pra depois separar.
De amor morrerei - Dominguinhos (Compacto - 1974)
Nos acordes da sanfona
Vou tentando esquecer
Pois quem eu amo está tão longe
E eu não sei quando vou ver
Foi embora pra bem longe
E não deixou nem um adeus
E meus olhos sempre choram
Ao lembrar dos olhos teus
Mesmo estando tão distante
Tenho perto em pensamento
Por amar tanto assim
A minha vida é um tormento
Vou chorando minhas mágoas
Até quando eu não sei
Se é verdade que o amor mata
Ai, de amor eu morrerei.
Vou tentando esquecer
Pois quem eu amo está tão longe
E eu não sei quando vou ver
Foi embora pra bem longe
E não deixou nem um adeus
E meus olhos sempre choram
Ao lembrar dos olhos teus
Mesmo estando tão distante
Tenho perto em pensamento
Por amar tanto assim
A minha vida é um tormento
Vou chorando minhas mágoas
Até quando eu não sei
Se é verdade que o amor mata
Ai, de amor eu morrerei.
Lamento de Saudade - Trio Mossoró (Praça dos Seresteiros - 1974)
Estou tão triste faz um ano
Que foi embora o meu amor
Partiu pra sempre e eu fiquei chorando
E só saudade foi o que deixou
Se ele soubesse como estou sofrendo
E como é grande o meu penar
Ele voltava pra perto de mim
Logo eu parava de chorar
Eu vou seguindo pela vida
Comigo vai a solidão
Quem dera pra mim voltasse
Quem roubou meu coração
A esperança já morreu
Por isso eu não tenho paz
Sinto que vou morrer também
Se meu amor não voltar mais.
Que foi embora o meu amor
Partiu pra sempre e eu fiquei chorando
E só saudade foi o que deixou
Se ele soubesse como estou sofrendo
E como é grande o meu penar
Ele voltava pra perto de mim
Logo eu parava de chorar
Eu vou seguindo pela vida
Comigo vai a solidão
Quem dera pra mim voltasse
Quem roubou meu coração
A esperança já morreu
Por isso eu não tenho paz
Sinto que vou morrer também
Se meu amor não voltar mais.
terça-feira, 24 de julho de 2018
Oito baixos - Dominguinhos (É tradição)
Salva Deus a criação
Que deu voz ao povo mudo
Deu paz e sustentação
Deu graça e conteúdo
Bem sabe mestre Chicão
Dos oito baixos vem tudo
Que dá sentido ao baião
Deus salva o santo ofício
Desse tocar jamais visto
E viva a Manuel Maurício
Que Deus guarde Zé Calixto
Debaixo da lua cheia
Ouvi Geraldo Correia com Pedro Sertanejo
É mais bonito que adeus
Caricias em harmonias
Zé do X e seu Dideus
Oito baixos de Abdias
Esse toque tem um brilho
Que traz o céu para o chão
E nas mãos do Gerson Filho
O fole é meu coração.
Que deu voz ao povo mudo
Deu paz e sustentação
Deu graça e conteúdo
Bem sabe mestre Chicão
Dos oito baixos vem tudo
Que dá sentido ao baião
Deus salva o santo ofício
Desse tocar jamais visto
E viva a Manuel Maurício
Que Deus guarde Zé Calixto
Debaixo da lua cheia
Ouvi Geraldo Correia com Pedro Sertanejo
É mais bonito que adeus
Caricias em harmonias
Zé do X e seu Dideus
Oito baixos de Abdias
Esse toque tem um brilho
Que traz o céu para o chão
E nas mãos do Gerson Filho
O fole é meu coração.
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Sem saída - Dominguinhos (Programa Ensaio Tv Cultura - 1990)
Eu nem queria pensar em você
Mas não consigo evitar
Você só faz prometer, prometer
E eu já cansei de esperar
Teu futuro não suporta
Minha paixão
Teu passado é meu amor
Fora de hora
Faça comigo o que você quiser
Que eu faço tudo por puro prazer
Não consigo te dizer que não
Quantas vezes o amor me deixou sem saída
Quantas mil tentativas de um dia mudar
Esquecer nosso caminho
Me perder noutros carinhos
Mas agora nem dá tempo de pensar
Faça comigo o que você quiser
Que eu faço tudo de amor com você
Pouco importa o dia de amanhã
Mas não consigo evitar
Você só faz prometer, prometer
E eu já cansei de esperar
Teu futuro não suporta
Minha paixão
Teu passado é meu amor
Fora de hora
Faça comigo o que você quiser
Que eu faço tudo por puro prazer
Não consigo te dizer que não
Quantas vezes o amor me deixou sem saída
Quantas mil tentativas de um dia mudar
Esquecer nosso caminho
Me perder noutros carinhos
Mas agora nem dá tempo de pensar
Faça comigo o que você quiser
Que eu faço tudo de amor com você
Pouco importa o dia de amanhã
Gostoso demais - Dominguinhos (Gostoso demais)
Tô com saudade de tu, meu desejo
Tô com saudade do beijo e do mel
Do teu olhar carinhoso
Do teu abraço gostoso
De passear no teu céu
É tão difícil ficar sem você
O teu amor é gostoso demais
Teu cheiro me dá prazer
Quando estou com você
Estou nos braços da paz
Pensamento viaja
E vai buscar meu bem-querer
Não dá pra ser feliz assim
Tem dó de mim
O que eu posso fazer
Tô com saudade do beijo e do mel
Do teu olhar carinhoso
Do teu abraço gostoso
De passear no teu céu
É tão difícil ficar sem você
O teu amor é gostoso demais
Teu cheiro me dá prazer
Quando estou com você
Estou nos braços da paz
Pensamento viaja
E vai buscar meu bem-querer
Não dá pra ser feliz assim
Tem dó de mim
O que eu posso fazer
De volta pro aconchego - Dominguinhos (Veredas Nordestina)
Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo um sorriso sincero
Um abraço para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom poder estar contigo de novo
Roçando teu corpo e beijando você
Pra mim tu és a estrela mais linda
Teus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter.
É duro ficar sem você vez em quando,
Parece que falta um pedaço de mim.
Me alegro na hora de regressar,
Parece que vou mergulhar na felicidade sem fim
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo um sorriso sincero
Um abraço para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom poder estar contigo de novo
Roçando teu corpo e beijando você
Pra mim tu és a estrela mais linda
Teus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter.
É duro ficar sem você vez em quando,
Parece que falta um pedaço de mim.
Me alegro na hora de regressar,
Parece que vou mergulhar na felicidade sem fim
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