Em Cabedelo tem coco
Em Tambaú tem dendê
Socorro está me chamando
Pra dançar coco em Bayeux
Viriado aperte o zabumba
E diga ao seu Zumba que venha pra cá
Vem que a noite está enluarada
E a mulherada começou chegar
Marilu avise a Pirrita
Que hoje na bica também tem forro
E se ela não quer ir pra lá
Venha pra cá que o coco é melhor
Quero ver todo mundo no coco
Fazendo a poeira levantar do chão
Umbigando com muita alegria
Porque hoje é dia do Sr. São João.
"Há muita gente cantando forró à força, mas anda dizendo que dá força pro forró". (Biliu de Campina)
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quarta-feira, 23 de outubro de 2024
Coco em Bayeux - Os Filhos do Norte (Mamulengo na praça - 1979)
terça-feira, 2 de junho de 2020
Minha Campina Grande - Zito Borborema (Forrozão - 1973)
Eu vou deixar minha Campina Grande
Levo muita saudade no meu coração
Levo saudade do banho de bodocongó
Do caldo de mocotó la na volta Zéliar
Levo saudade do bairro do Jeremias
Do forró da velha Antonia
Onde tinha nega boa pra gente sambar
Levo saudade da cana camaranhense
Aguardente feita de cana muito boa especial
Levo saudade do picado lá da feira
E também da gafieira lá do Guarani
Levo saudade do treze da borborema
Do cavaquinho de Duduta e do violão do Valdir.
Levo muita saudade no meu coração
Levo saudade do banho de bodocongó
Do caldo de mocotó la na volta Zéliar
Levo saudade do bairro do Jeremias
Do forró da velha Antonia
Onde tinha nega boa pra gente sambar
Levo saudade da cana camaranhense
Aguardente feita de cana muito boa especial
Levo saudade do picado lá da feira
E também da gafieira lá do Guarani
Levo saudade do treze da borborema
Do cavaquinho de Duduta e do violão do Valdir.
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Caruaru do passado - Azulão (Azulão)
Caruaru, do meu Bom Jesus do Monte
Pra quem vive tão distante por conta do destino
Ai Caruaru, do meu tempo de menino
Ainda me lembro das festanças da Matriz
Das noitadas de retreta e do velho chafariz
Dos roletes de cana-caiana, cocada de coco, amendoim
Da burrica, das bolas de gude
Dos banhos de açude que não saem de mim
Da rua Preta o Farrapo, Lagoa da Porta e o Vassoural
Das noites de são joão, quadrilhas, natal e carnaval
Caruaru, das serestas e das canções, da rua 10 de novembro
E de tantas tradições.
Pra quem vive tão distante por conta do destino
Ai Caruaru, do meu tempo de menino
Ainda me lembro das festanças da Matriz
Das noitadas de retreta e do velho chafariz
Dos roletes de cana-caiana, cocada de coco, amendoim
Da burrica, das bolas de gude
Dos banhos de açude que não saem de mim
Da rua Preta o Farrapo, Lagoa da Porta e o Vassoural
Das noites de são joão, quadrilhas, natal e carnaval
Caruaru, das serestas e das canções, da rua 10 de novembro
E de tantas tradições.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Minha ex-mulher - Abdias (Forró ao vivo)
Coitada, da mulher que ja foi minha
Hoje vive tao sozinha
Perambulando nas ruas
Ninguém lhe ama
Ninguem lhe quer
E como sofre minha ex-mulher
Nao acreditou em seu marido
Perdeu o lar
Levou castigo
Deus vê tudo o que se passa neste mundo
E o sofrimento desta mulher é profundo
Hoje vive tao sozinha
Perambulando nas ruas
Ninguém lhe ama
Ninguem lhe quer
E como sofre minha ex-mulher
Nao acreditou em seu marido
Perdeu o lar
Levou castigo
Deus vê tudo o que se passa neste mundo
E o sofrimento desta mulher é profundo
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